No título: o instrumento, os instrumentistas e uma cidade; anseios de crescimento e consciência do caminho a percorrer; vontade de compartilhar; um outdoor a ser mostrado com dicas, ideias, mercados, experiências, desejos, pessoas, objetos, curiosidades e o mundo de um instrumento amado. PROCESSO DE CONSTRUÇÃO CONSTANTE. INVISTA, PASSE A VISTA, DEIXE UMA PISTA, COMENTE SOBRE SUA VISITA! PARTICIPE!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Celli Sonare Apresenta: Ero Dictus "in Classic"
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Curso de Violoncelo Aberto na ETA/UFAL


1. etaufal.blogspot.com
2. (82) 3223.2629
3. miranabs@hotmail.com
PARTICIPE!
sábado, 23 de julho de 2011
Arte da Articulação
Usando o Antebraço:
Empregado principalmente em meio à metade superior do arco, embora possa ser usado em qualquer parte do arco. No ensino da técnica de violoncelo para iniciantes, eu recomendo primeiro ensiná-lo como utilizado na parte superior, na meia curva do arco. Além de aprender a ser confortável na metade superior, se formos tocar passagens rápidas com curvas separadas observaremos que não haverá outra forma de executá-los, exceto com o antebraço. Na verdade, o antebraço pode ser usado tanto na parte superior quanto na inferior do arco. A razão pela qual o movimento do antebraço é o movimento mais eficiente para passagens rápidas, porque o violoncelista só precisa mover uma parte do braço.
“Alguns violoncelistas tendem a ser jogadores do antebraço, alguns tendem a ser jogadores de todo o braço, etc E a razão para isso é quase sempre - sim, você adivinhou - a tensão. Se os músculos do ombro são apertados, o aluno será provavelmente mais de um jogador do antebraço. Se o bíceps e tríceps são apertados, o aluno tende a usar o braço inteiro para cursos de proa e evitar o antebraço. O resultado disso é um violoncelista escolher um movimento que pode não ser o mais eficiente para o trabalho específico a ser feito.” (CELLOPROFESSOR.COM).
Enquanto usando o movimento do antebraço, eu recomendo um ligeiro aumento em pronação do antebraço e mão. Repare que se você usar o Pulso ao invés do Antebraço o som do Violoncelo sairá “arranhado”.
O cotovelo:
Nós podemos escolher se conservamos os nossos cotovelos quando tocamos, ou seja, se deixamos numa posição baixa, mas com este movimento é necessário ter o cotovelo para cima, mas não muito alto, não importando em que parte do arco está sendo usado. A articulação do cotovelo só permite o movimento em duas direções. Se o cotovelo é baixo, o braço move-se do chão ao teto, e não da esquerda para a direita.
O Ombro:
Este os violoncelistas tendem a favorecer desde o início. Podemos usá-lo para legato ou para uma "pincelada". Isso pode ser feito em qualquer parte do arco, embora seja usado com mais freqüência na parte inferior.
O vetor que inicia o movimento sempre será no Ombro, é o pivô da articulação, para realizar Spiccato controle o Pulso. Como tinha dito antes no artigo sobre o “Ato do Vibrato”, pensamos no ombro como um pivô comum, ou seja, pensamos em uma "asa de galinha", movimento com o braço se movendo para cima e para baixo, mas ainda aumento a informação, o braço também pode "girar" na articulação do ombro. O cotovelo deve ser baixo neste movimento para criar uma esquerda para a direita até curvar arco.
Arco inteiro:
Para a realização desse movimento é necessário que o Violoncelista tenha estudado cada detalhe dos movimentos anteriores, ou seja, precisa saber utilizar o seu braço na articulação do arco. É preciso observar os movimentos da parte superior e inferior do arco para depois juntar os dois exercícios e fazer a articulação do arco inteiro.
Veja os pontos para observar:
A articulação pivô fica no ombro (ativo), cotovelo e pulso (passivo);
Os movimentos ativos parte do antebraço;
Na transição do movimento do arco o cotovelo baixa gradualmente;
Pulso ligeiramente dobrado para manter a proa em linha reta (movimento ativo é a mão);
Comece com o movimento do braço inteiro e termine com o movimento do antebraço;
Supinação (metade inferior) e pronação (metade superior).
Insisto: É necessário que o aluno de Violoncelo estude os movimentos separadamente para exercitar o arco inteiro. Fique atento(a) aos aspectos dos movimentos da parte do meio do arco para a parte superior e depois da parte do meio para a inferior, após isso os junte e faça o arco inteiro.
Alguns pontos a serem analisados:
• Se a tensão está presente, os movimentos ficam limitados. Por exemplo, se o meu ombro é “apertado”, o movimento do braço todo se torna reduzido, então, Tensão sempre se mostra em torno da articulação do pivô. Ou seja? No Ombro! Massagens são ótimas para aliviar as tensões;
• Tente controlar os movimentos sem usar Força;
• Use o impulso para realizar os movimentos; um exemplo, quando vamos brincar de pular corda não usamos força nas pernas para saltar, mas utilizamos o impulso. Pense! A proposta aqui é usar o mesmo fundamento para o estudo da articulação ao Violoncelo;
• Na metade superior da curva do arco segure o cotovelo direito para cima (mas não muito alto!). "Abrir e fechar" antebraço, mantendo a parte superior do braço se movendo da esquerda para a direita. O movimento da esquerda para a direita, para cima e para baixo deve ser realizado somente através do antebraço.

Observação: todas essas sugestões são em relação tanto ao braço direito do Celista no arco quanto para o esquerdo no braço do Violoncelo.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Dicas dos grandes mestres

Navegando por alguns blogs sobre Violoncelo encontrei o de Kátia Ferreira, onde ela compilou dicas de professores de Violoncelo que ela tinha participado em alguns workshops, e espero que todos aproveitem, pois as considero de grande valia.
Não é intenção do "Violoncelos de Maceió" reproduzir artigos e postagens de outros blogs, porém revolvi contrair parte dessas informações para repassar aos leitores que por aqui atracam em suas navegações virtuais. Permitam-me deixar bem claro que todos os créditos desta postagem são da autora mencionada, e que a verdadeira intenção é compartilhar as "boas novas". Agora desfrutem das dicas para seus estudos.
COMPILAÇÃO DE DICAS DE PROFESSORES DE VIOLONCELO
Você deve ter força e flexibilidade, força elástica (ou similar a uma mola);
Toque os harmônicos com mais força quando no meio de uma passagem de modo que o som fica homogêneo;
Sempre pare e analise por que você está cometendo erros - não continue a tocar e seguir em frente como se nada tivesse acontecido;
Quando comecei a me preocupar com a divisão do arco me tornei um melhor instrumentista quase que imediatamente;
Ótimo exercício para controle do arco: arco extremamente lento perto do cavalete;
Crescendo é também criado por aumento da intensidade do vibrato, não só com o arco;
Estudar escalas lentamente;
Acumulamos camadas de tensão sem termos consciência disso. O corpo se ajusta como um mecanismo protetor para prevenir danos, os quais podem se somar a um monte de hábitos pouco saudáveis;
A causa primária da dor: movimento repetitivo e uso demasiado. Vibrato é um caso clássico de movimento repetitivo;
Nosso corpo é como uma balança, ele procura se equilibrar. Não vá contra esta tendência natural;
Apertar não é saudável e deve ser transformada nas ações (mais naturais) de puxar e suspender;
O teste da respiração: comparar a habilidade de respirar e posições diferentes, este é um grande indicador de quando estamos tocando em posições mais naturais;
Sentar-se: um ângulo de 60 graus entre suas coxas e um eixo vertical seria o desejado. Posição dos pés: coloque-os em frente dos joelhos, não enrolados debaixo da cadeira: você perceberá que seu braço parece mais leve quando você faz isso;
Arcos para baixo são ajudados "manobrando" com o pé direito; arcos para cima, "manobrando' com o pé esquerdo;
Alavanca: ações similares às de uma alavanca acontecem mais facilmente se você tem uma base firme (pés separados na frente dos joelhos, os quais estão num ângulo de 60 graus em relação à vertical) e também se o violoncelo é segurado um pouco distante da linha central de seu corpo;
Colocação do instrumento: a idéia de segurar o violoncelo bem contra o “centro” do corpo vem dos dias dos espigões antigos. Alinhe o violoncelo com o lado esquerdo do corpo, mantendo-o longe do pescoço e ombro. Isto "abrirá" o braço esquerdo (uma boa coisa);
Nosso corpo naturalmente se move em movimentos sinuosos. A mão direita naturalmente se move no sentido anti-horário. O arco deveria viajar numa figura de um 8;
Sente-se com a coluna reta;
O arco não precisa necessariamente viajar paralelo ao cavalete para um bom som. Pode ser mais natural um pequeno desvio - talão mais baixo que a ponta (arco para baixo); talão mais alto (arco para cima);
Notas longas (arcos longos) são difíceis porque o corpo pára de se mover;
Mantenha o corpo em movimento sempre. Imobilidade causa tensão;
O polegar esquerdo não precisa estar sempre atrás do segundo dedo. Deixe-o ficar onde ele "quer", dependendo da passagem a ser tocada. Solte o polegar quando tocar passagens rápidas;
O quarto dedo só é fraco por causa da posição "standard" da mão. "Role" sua mão à medida cada dedo toca, de modo que o peso seja transferido para cada dedo. Sempre procure escutar o que você toca do ponto de vista musical. Incline o arco para ter mais crina em contato com a corda;
É necessário ouvir a música “na cabeça” antes de começar a buscar soluções do ponto de vista musical;
Pensar que você está tocando para a última fileira de cadeiras de um teatro para que a sua intensidade se desenvolva. Colocar o arco na corda antes para começos bem definidos. Estude passagens rápidas num tempo mais relaxado;
Use o peso (relaxado) do corpo para criar pressão, nunca “esprema”;
Existem três tipos básicos de posições dos dedos: as posições de 4 dedos (semitons entre os dedos), as posições de 3 dedos (quinta até sétima posição), e as posições de capotasto. Ao todo são oito “posições de 4 dedos”, quarto de “3 dedos” e 32 de capotasto. Starker acha que as mudanças de posição devem realmente serem pensadas: posição para posição, não de dedo para dedo. Devemos decidir qual dedo lidera a mudança e também em qual direção do arco acontecerá a mudança. Há dois tipos de conexão entre as posições, a conexão “antecipada” e a conexão “atrasada”. Na conexão “antecipada, tomamos tempo da primeira nota, chegando na nota seguinte, o glissando acontecendo no arco prévio. Na conexão “atrasada”, tempo é tomado da próxima pulsação, com a saída começando no próximo arco. Na mudança de posição de 2 ações, o cotovelo “mergulha”. O movimento do braço deve se encaixar no tempo da música. A mudança de uma ação produz um som de vogal, mais suave; a mudança envolvendo duas ações já produz um som de consoante, mais percussivo e abrupto;
A melhor maneira de estudar é pensar e planejar o que você vai fazer;
Sempre tocar com movimentos sinuosos (curvas), isto é, mantenha os polegares curvados;
Mudanças de arco: o braço deve antecipar o próximo arco e a próxima corda;
Extensões: use somente se são realmente necessárias. Relaxe imediatamente a mão após a extensão. Quando mudando para a posição de capotasto, pensar que está mudando o polegar, não o dedo que está tocando. Capotasto: a força da mão esquerda vem do polegar, primeiro e terceiro dedos;
A palavra mais importante em música é o “e”, o contratempo. Em outras palavras, sempre toque ritmicamente correto e não corte o valor das notas;
Pressione o instrumento no joelho esquerdo para manter a pressão do arco na ponta;
Na posição de capotasto, toque com o polegar EMBAIXO do espelho. Quando ele está sobre as cordas, apesar de sentirmos mais segurança, o som sofre com a perda de harmônicos e temos menos liberdade de movimento da mão para o vibrato;
Toque para o maior número de pessoas possível para ficar menos nervoso(a). Toque no maior número de oportunidades possível para que você possa aprender a se comunicar com o público;
Teça alguns comentários sobre as peças que você irá tocar, assim o público poderá seguir melhor;
Você não precisa tocar por duas horas seguidas, concertos nunca são pequenos demais. O poder da imaginação é mais importante que seu volume. Não tente tocar mais forte do que a orquestra nem “vencer” a acústica de uma sala;
Empurre e puxe som com o arco. Não pressione. Ponha ênfase na nota anterior à mudança de posição ou antes de mudanças de corda que pulam uma corda;
Você deve começar de um lugar sólido, não instável, para poder passar para a outra nota com confiança e exatidão. Observe um gato, ele agacha para testar seu apoio antes de pular. Estude arcadas no ar enquanto dedilha as notas. Isto ajudará a eliminar hábitos bizarros no movimento do arco. Cante a música antes de tocá-la no violoncelo;
Tocar cello: os dedos são os lábios e o arco a respiração. A dinâmica "piano" não significa “inibido”;
Os dedos da mão direita também são usados para a articulação. Pressão na ponta é realizada através da pronação do braço, não apertando ou suspendendo o pulso;
Mudança de corda: empurrar o braço para a frente ou para a trás horizontalmente, sem levantar o braço.Não levantar os ombros.
BOM PROVEITO PARA TODOS!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Informe Cultural de Utilidade Pública

terça-feira, 19 de abril de 2011
O ato do Vibrato

Por incrível que pareça já me deparei com professores que ensinam o Vibrato de forma equivocada. Aqui no Violoncelos de Maceió vamos tentar dar um basta em algumas dúvidas sobre Vibrato.
Vibrato é um termo italiano usado para uma técnica de instrumentos de cordas e sopros que, no caso do Violoncelo, faz as cordas vibrarem, tornando o som da nota musical oscilante entre micro afinações que causa um efeito expressivo.
Nessa postagem iremos analisar essa técnica. Observar minuciosamente os detalhes que diferem um Vibrato verdadeiro do falso. Onde e como aplicar a técnica sem haver desgastes desnecessários para o violoncelista.
Primeiramente, é necessário que conheçamos o nosso corpo muito bem, como funcionam nossas articulações, nossos limites ou até mesmo nossas vantagens, em alguns casos. Sempre procure ajuda junto a algum fisioterapeuta ou educador físico sério para essas questões.
Após conhecer-se melhor é hora de sentar ao Violoncelo e analisar o Vibrato.
O que está correto e o que está errado?
Vejamos alguns pontos a serem considerados:
· Se o seu Vibrato está começando no seu Pulso (articulação da mão) ou nos Dedos está errado. Vibrar uma corda não é como abrir a maçaneta da porta. Isso causará fadiga nessa região do seu corpo, sem contar que o som não sairá bonito do seu Vibrato, terá uma tensão desapropriada. Não terá um som natural. Esse Vibrato é conhecido como “Vibrato de pulso”, e não é correto. Não utilize;
· O Vibrato verdadeiro tem origem no Ombro. O Ombro deve ser a única parte ativa do movimento, é a articulação operacional. Os dedos, a mão (pulso), o antebraço (cotovelo) tem movimentos naturais ou passivos, ou seja, essas articulações não se movem intencionalmente;
· Para ser mais claro: mantenha a posição do braço como uma placa de sinalização de trânsito “Vire à direita”, mas não levante muito alto o cotovelo. O movimento é como o bater das “Asas da galinha”. Os movimentos devem ser o mais natural possível. Lembre-se sempre que o Ombro é o gerador de todos os movimentos, e de Sustentar a coluna vertebral ereta;
· Você pode começar alisando a corda em toda sua extensão para observar que o movimento ativo realmente começa pelo ombro; logo após vá diminuindo essa extensão até uma nota (recomendo inicialmente a nota Fá na corda Ré, dedo 2) e concentre as dicas anteriores;
· No arco: tente percorrê-lo lentamente, porém o indicador pressionando em supinação; em notas mais longas, deixe-o correr primeiro antes e depois aplique a técnica de Vibrato, ou seja, o Vibrato começa naturalmente pelo arco, após isso é que seu ombro se mexe;
· Somente após se sentir confortável em um estudo você avançará para outro;
· Procure mais informações junto a um professor de Violoncelo;
· Peça para corrigir seus movimentos e postura corporal;
· Estude de fronte a um espelho para fazer um exercício de auto-observação.
Bons estudos!
*Imagem ilustrativa.
terça-feira, 22 de março de 2011
Improvisação no Violoncelo

Olá caríssimos violoncelistas, como de costume venho utilizando o blog Violoncelos de Maceió para compartilhar ideias, dicas de estudos e informações que podem luzir um ciclo crescente na troca humana do dia a dia do nosso instrumento que amamos: o Violoncelo.
Para tanto, vejo entre meus colegas das orquestras e dos conservatórios aqui em Maceió/AL um interesse gradativo pela arte da improvisação. Isso me chama atenção por justamente os estudos nesse instrumento, hoje em dia, não primarem por esse assunto, resumindo-se apenas em técnicas específicas ou pelo estudo de peças de compositores imortais, assim o estudo do violoncelo ficando, em minha visão, incompleta, pois todos os instrumentos musicais são ótimos para instigar nossa capacidade de criação, de liberdade, de auto-expressão, de improvisar.
Edgar Willems em seu livro As bases psicológicas da educação musical afirma no capítulo relacionado à criação musical que “os cursos de harmonia, que os alunos seguem por vezes por simples obrigação, para obter um diploma, e que são necessários para se poder analisar as peças de música, deveriam normalmente preparar os alunos para a composição (...) como de resto de improvisar (...) Não é o resultado visível que importa, mas sim a possibilidade de criar e, portanto, de poder beber nas fontes vivas da natureza humana.” (p. 181).
Ao se falar de improviso logo remete aos músicos o Jazz, já que sua essência está contida no livre caminhar das melodias e no poder de composição instantânea dos instrumentistas. Mas, há quem não goste de Jazz, porém pergunto eu: Será que a arte da improvisação só acontece no Jazz? A resposta que afirmo é negativa, caros colegas celistas. Podemos improvisar em todos os gêneros musicais, basta ter boa vontade e um pouco de criatividade. Lembrem-se dos antigos músicos, Mozart e Beethoven eram grandes virtuoses nessa arte. Se você pensa que o estudo formal do Violoncelo não consiste improvisar comece a refletir sobre seus horizontes e veja o alagoano Hermeto Pascoal, o carioca Nelson Faria, entre tantos outros.
Dicas para iniciar estudos de improvisação:
- Estude harmonia tonal: Os livros de Paul Hindemith (Curso Condensado de Harmonia Tradicional) e Arnold Schoenberg (Harmonia) são bem informativos nessa matéria;
- Leia livros de improvisação, e assuntos como Campo Harmônico e as Escalas Gregas ajudarão bastante: Escalas para improvisação de Luciano Alves, A arte da improvisação para todos os instrumentos de Nelson Faria, Arranjo Método Prático de Ian Guest Editado por Almir Chediak, entre outros, são apropriados;
- Planeje uma seqüência harmônica que contenha uma cadência com funções fundamental, subdominante e dominante, por exemplo: C, Am, F, G;
- Construa arpejos simples dos acordes planejados (uma nota por tempo, semínimas);
- Utilize divisões nos tempos, variando ritmicamente (colcheas, semicolcheias, etc);
- Troque a nota do último tempo por uma sensível ao próximo acorde;
- Arpeje utilizando inversões dos acordes de primeira e/ou segunda ordem;
- Pratique tudo isso em oitavas diferentes;
- Crie um motivo ornamental;
- Empregue sua técnica tradicional violoncelística na arte da improvisação.
Mais um trecho de Willems para você:
“Um das chaves da criação, ou da recriação, é o amor pela música e o desejo intenso de a realizar. Este amor pela música e o desejo devem ser despertados e cultivados no aluno, a fim de que seu desenvolvimento musical se faça segundo as leis da vida humana e musical.” (p. 185).
Boas improvisações violoncelísticas a partir de agora!